David Carradine, herói da sequência cinematográfica “Kill Bill”, teria morrido em ‘acidente de masturbação’

31 07 2009
O ator David Carradine. (Foto: AP)

O ator David Carradine. (Foto: AP)

Segundo a Polícia, ator tinha corda amarrada ao órgão sexual.
Corpo de Carradine foi encontrado em quarto de hotel na Tailândia.

Segundo a Polícia, ator tinha corda amarrada ao órgão sexual.

Corpo de Carradine foi encontrado em quarto de hotel na Tailândia.

O ator americano David Carradine, encontrado enforcado na quinta-feira (4) em seu quarto de hotel em Bangcoc, talvez tenha morrido devido a um ato sexual que terminou em tragédia, indicou nesta sexta (5) a Polícia tailandesa.

Veja fotos da carreira de David Carradine

“Uma corda estava presa em torno do seu pescoço e uma outra em seu órgão sexual. As duas estavam ligadas uma à outra e penduradas no armário”, declarou o general Worapong Siewpreecha da Polícia Metropolitana de Bangcoc.

“Nestas circunstâncias, não podemos estar seguros de que tenha cometido um suicídio, pois ele pode ter morrido (em um acidente) de masturbação”, afirmou.

David Carradine, de 72 anos, herói da série de TV “Kung Fu” e da sequência cinematográfica “Kill Bill”, de Quentin Tarantino, foi encontrado enforcado, nu, em seu quarto de hotel na quinta-feira de manhã em Bangcoc, onde a Polícia, inicialmente, mencionou um possível suicídio.

foto divulgação do Kill Bill 2

foto divulgação do Kill Bill 2

Carradine estava em Bangcoc para as filmagens do filme “Strech”, dirigido pelo francês Charles de Meaux e produzido pela empresa de mesma nacionalidade MK2. Sua morte ocorreu três dias antes do final das filmagens.

Uma primeira autópsia revelou que o ator morreu em consequência de uma brusca perda de oxigênio e que seu corpo não tinha marcas de agressão, indicou à AFP um funcionário do serviço médico-legal do hospital Chulalongkorn, que leu o relatório.

Os médicos aguardam os resultados de outros exames sobre a eventual presença de drogas e de álcool no sangue.

Porntip Rojanasunan, médica legista que trabalha para o Ministério tailandês da Justiça, declarou que a morte teria sido causada, aparentemente, por um “acidente autoerótico”.

“Não foi um suicídio ou um assassinato. Ele morreu após uma masturbação”, declarou à AFP Porntip.

David Carradine se casou cinco vezes, a última em 2004, e era pai de duas filhas.

fontes: G1 e Da France Presse





Agenda! Arraiá 2009 da Videira Goiânia – Entrevista com Pr. Naor

27 05 2009

Prepare-se para o esperado Arraiá da Videira, entre os dias 26, 27 e 28 de junho, em ambos os prédios. A anual festa típica da Videira promove a comunhão entre os irmãos e a animação gerada é uma oportunidade para testemunhar aos amigos e familiares a alegria existente entre o povo de Deus.

A festa começará na sexta-feira, dia 26, a partir das 19h30. Nessa noite, haverá show da banda Xote Santo e Reasamba. No sábado, dia 27, o Reasamba também irá animar a festa. A animação contará com atrações especiais e sorteios de brindes e prêmios. Além de 70 barracas com comidas e brincadeiras.

Os ensaios para a dança típica começam a partir desta semana, toda terça e quinta-feira, às 19h30, na Videira do Bueno e da Praça da Bíblia. No Bueno, os interessados em participar devem arranjar um parceiro ou comparecer no primeiro ensaio para arrumar um. Na Praça da Bíblia, os interessados em participar precisam ser líderes em treinamento, líderes ou discipuladores. Qualquer dúvida, entrem em contato com o pastor Luiz Paulo: 8411-1560 (Bueno) ou com Noé Guedes: 8534-1117 (Praça da Bíblia). Com a nossa alegria e dança, Deus tem acrescentado novos membros em nosso meio, entusiasma-se o pastor.
Os ingressos estarão à venda a partir da próxima semana nas secretarias da Videira e também com os discipuladores e líderes das redes. A entrada para cada dia será R$ 5,00. Não deixe para a última hora e adquira logo o seu ingresso!

(Fonte: Radamés Adão)
www.IgrejaVideira.com





iPhone 3G? Hmmm… sei não… o 2G tem sido melhor compra

20 04 2009

Quem já tem um iPhone 2G não está disposto a entrar na era 3G

Juarez Rodrigues/EM/D. A Press
Hamilton recorre ao dock para recarregar a bateria e conectar com áudio e vídeo externos, recurso que não existe no 3G
Nem sempre quem desdenha quer comprar. Brasileiros que já deram um jeitinho para ter um iPhone 2G não estão dispostos a abrir mão de seus atuais aparelhos para entrar na era 3G com o reluzente lançamento da maçã. É o caso do tecnólogo Hamilton Oliveira, que comprou um aparelho da primeira versão do iPhone um mês depois do lançamento nos Estados Unidos. Com facilidade, ele mesmo desbloqueou o aparelho para funcionar no Brasil, com qualquer operadora, e está satisfeito com a versão “ultrapassada” do smartphone.

O modelo nunca foi vendido oficialmente no Brasil, mas quem estivesse disposto a pagar cerca de R$ 1,2 mil no aparelho conseguia facilmente o seu, no mercado informal – de shoppings populares a sites de leilões. Hamilton comprou o dele em Nova York, por US$ 399. “A principal diferença do aparelho 2G para o 3G é o modem interno, capaz de operar em maiores velocidades. É só isso. Aquele frisson todo de videoconferências com a 3G não vai ser aproveitado por usuários do novo iPhone, que não tem câmera frontal. Raramente verifico e-mails. E, para isso, a velocidade do Edge é mais que suficiente”, defende o tecnólogo.

Outro que torce o nariz para o iPhone 3G é o publicitário Daniel Pereira de Andrade Silva. Apesar de ser um inveterado macmaníaco há 10 anos, ele aponta as falhas do novo aparelho – citando novamente a imperdoável ausência da câmera frontal. Amante incondicional de seu iPhone 2G, ele vai dar um tempo antes de comprar um equipamento da terceira geração. “Acho que o 3G vai demorar um pouco para pegar de vez no Brasil, por uma questão estrutural. Prefiro esperar para ver o que vai acontecer”, diz.

O lançamento da Apple não conseguiu reunir atrativos suficientes para fazer com que os atuais usuários do iPhone 2G tenham motivos para migrar para o 3G. E ainda teve mudanças negativas, na opinião de muita gente. A troca do tampo de aço escovado (presente na primeira versão) para o plástico do novo aparelho é um dos problemas, de acordo com Hamilton: “Perde muito em durabilidade, porque o plástico da Apple cede com o tempo, abrindo pequenas rachaduras. A Apple costuma repor a peça, porque entende que esse é um problema do produto, mas mesmo assim é uma falha que não existia com o aparelho 2G”.

Outra questão é que o iPhone 3G, diferentemente de seu antecessor, não vem com a popular dock – acessório que permite a recarga da bateria do aparelho, ao mesmo tempo em que oferece saída de áudio e vídeo. Esse, por exemplo, é o recurso mais usado por Hamilton. “Chego em casa, onde tenho uma rede sem fio, conecto o iPhone à rádio on-line e pronto – ouço música na casa inteira. Sob o pretexto de reduzir o preço, quem comprar o iPhone 3G não vai levar a dock para casa”, pondera.

E também há quem não tenha suportado as angústias da espera pela chegada oficial do iPhone 3G e já incluiu o aparelho nas compras de férias. O empresário Gustavo Carneiro chegou de Hong Kong esta semana, com o novo aparelho em mãos. Ele comprou o produto já desbloqueado, no Stanley Market, conhecido mercado chinês, por US$ 700. Chegando ao Brasil, ele teve problemas com a sincronização de dados com o iTunes, uma das funções do aparelho. “Ainda estou tentando descobrir a causa do problema, mas as atualizações são feitas normalmente e tenho esperança de que vai dar certo, porque muita gente está

conseguindo”, explica.
fonte: uai.com.br




20 mil goianos tentam fugir da crise no exterior

26 03 2009

A crise financeira mundial, que tem reflexos mais visíveis na Europa, América do Norte e no Japão, antecipa a volta de goianos que vivem no exterior e causa situação de penúria em muitos que não têm condições de arcar com os custos do retorno. Sem emprego, 20 mil goianos tentam voltar, estima o governo de Goiás. O número corresponde a 5% da colônia goiana, entre 350 mil e 400 mil pessoas. O assessor para Assuntos Internacionais, Ellie Chidiac, cita caso de família morando sob ponte na Espanha. A volta ficou mais difícil porque muitos países deixaram de deportar automaticamente os migrantes ilegais.

‘Não compensava o sacrifício de ficar longe’

crise

A crise econômica antecipou a volta de Letiza Júnia Nunes de Jesus, de 41 anos, para Goiânia. Há um mês ela desembarcou no Aeroporto Santa Genoveva, depois de viver os últimos cinco anos em Atlanta, na Georgia. “Fui para os Estados Unidos determinada a juntar dinheiro e voltar, não pensava em morar lá, mas também não estava em meus planos voltar agora”, contou Júnia ao POPULAR. Em Atlanta, ela, como a maioria das goianas, trabalhava com limpeza de residências.

“Quando estourou a crise, os americanos começaram a reduzir todas as despesas possíveis e uma das primeiras foi a da limpeza das casas. Perdi muitas clientes”, relatou. Fazendo as contas, Júnia percebeu que não estava mais compensando permanecer em solo norte-americano, longe dos três filhos que deixou provisoriamente em Goiás para tentar juntar dinheiro. “Não estava sobrando mais para juntar. O que eu estava ganhando era suficiente apenas para minha despesa”, diz. Foi aí que ela decidiu voltar. Júnia tem muitos amigos que também estão se preparando para o retorno.

A estudante Milena Vieira Nunes da Silva, de 23, veio antes, há seis meses. Ela também morava em Atlanta, onde viveu dez anos de sua vida junto com os pais, Walter e Alaurdes. Eles voltaram há um ano. Milena também perdeu parte da clientela de limpeza de residências. “Gosto muito de lá, está sendo complicada a adaptação”, conta a estudante.

Migrantes são primeiras vítimas do desemprego

Os migrantes são os primeiros a perder o emprego em situação de crise. Ilegais e sem documentação, eles não representam obstáculo legal nem encargos financeiros para os patrões. “A crise está muito violenta lá fora e a tendência é de demissão dos ilegais, que não vão representar altas despesas com indenizações para os patrões”, reconhece o chefe da Assessoria para Assuntos Internacionais do governo de Goiás, Ellie Chidiac.

“Direitos humanos, civis e trabalhistas são infringidos em países de primeiro mundo”, constata o assessor. Com o emprego reduzido, os custos para manutenção de migrantes no estrangeiro tornam-se insustentáveis. É o caso de uma goiana que está no Canadá e já prepara a volta a Goiânia. Ela abordou o assessor em um restaurante onde trabalha em Toronto. “Ela contou que foi demitida por ser estrangeira”, disse Chidiac.

O principal destino dos goianos que buscam o exterior são os Estados Unidos, que concentram hoje cerca de 250 mil goianos, de uma colônia estimada em 400 mil no mundo todo.

Em 2007, segundo o governo goiano, os migrantes mandaram para os familiares no Brasil cerca de R$ 1,2 bilhão, principalmente para a compra de imóveis. Este ano essas remessas devem cair para algo em torno de R$ 900 milhões, segundo Chidiac.

Fonte: O Popular
Goiânia, 26 de março de 2009





Goiânia em Cena – 2008

2 03 2009
Clique na foto e veja a todas as fotos.

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Comissão da Copa 08 de Jan 2009

8 01 2009

Na quinta-feira, dia 8 de janeiro, foi realizado um encontro do Comitê Executivo Goiânia 2014 com mais de 10 pastores de igrejas de várias denominações. Na ocasião, foi formada uma comissão de sete pastores (Videira, Assembléia de Deus, Batista, Fonte da Vida, Luz para os Povos e Sal da Terra) que decidiram apoiar a candidatura de Goiânia à sede da Copa do Mundo em 2014.

O pr. Messias Lino afirma que a copa trará muitos benefícios para a população de Goiânia. “Várias intervenções serão feitas como a reforma do Serra Dourada, melhor sinalização, construção de viadutos e a reforma do aeroporto”, conta ele. Segundo o pastor, a Copa receberá em torno de 600 mil pessoas de todas as partes do mundo. “Muitos irmãos poderão ter seus negócios ampliados e também será uma ótima oportunidade para um movimento de evangelismo”, ressalta.

Na última quarta-feira, dia 14, às 20h, no Serra Dourada aconteceu o lançamento oficial da campanha para tornar Goiânia à sede da copa do Mundo em 2014 no Brasil. Várias entidades representativas da sociedade estavam presentes.

Fonte: Pr. Messias Lino

Michele Márcia





Entrevista com Christafari

29 10 2008

Mark Mohr, é líder da banda Christafari, a pioneira no meio cristão no gênero de reggae dos Estados Unidos. O vocalista atendeu a reportagem do Vide Notícias quando esteve pela primeira vez em Goiânia, no dia 15 de outubro, em sua turnê pelo Brasil. Confira entrevista:

VN: Conte-nos um pouco sobre o seu testemunho de conversão?

Mark Mohr: Nasci em um lar cristão, mais com uns dez anos eu comecei a fumar maconha, à medida que se passava os anos, eu fui experimentando outros tipos de drogas, virei um traficante e fugi de casa. Mas, com quase 18 anos eu fui num acampamento cristão e tive um real encontro com Deus, no qual fui transformado.

VN: Qual o significado do nome da banda Christafari?

MM: São três coisas diferentes, em três línguas distintas, na Etiópia significa Cristo o criador, em grego e latim, significa aqueles que escolhe seguir a Cristo, em grego moderno significa Guerreiros de Cristo.

VN: Como usar o reggae para alcançar os perdido e louvar a Deus?

MM: O reggae tem um contexto muito espiritual, a maioria dos artistas são rastafáris que adora o seu deus. A diferença é que a banda christafari tenta leva esses rastafáris ao verdadeiro Messias. Levamos essas pessoas a Cristo pela música, pelas letras, pelas palavras que são dadas em palcos e acima de tudo pelas nossas vidas.

VN: Por vocês serem a primeira banda de reggae cristã norte – americana, quais são suas influências musicais e ministeriais?

MM: A inspiração espiritual vem de Jesus, no meio Cristão vem do artista chamado Kir freem, e do meio secular Steel Paul´s e pato banca.

VN: Deixe um recado para os jovens de Goiânia e da igreja Videira?

MM: Cristo pode te dar muito, e não há vida mais abundante do que aquela que você pode achar em Cristo. Eu desafio os jovens de Goiânia a colocar Jesus em primeiro lugar em todos os aspectos da sua vida.

fonte Vide Notícias
reportagem Michele Rocha
fotos André Rebouças

Veja a cobertura de fotos completa neste link